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perfis e sítios web do ivo

aqui ficam os meus sítios para aceder facilmente em qualquer lugar…

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curriculum vitae e outras coisas vitae (da vida)

POST actualizado!

Versão actualizada (nova versão do Europass).
DEZEMBRO DE 2010.

Falta redigir o currículo artístico.

Para o que der e vier fica já online a versão pdf.

Dá sempre jeito.

CV em PDF

Exemplos de VOZ (ficheiro enviado para uma produtora e que agrega alguns dos trabalhos já feitos)

Ligação

ludicidade como instrumento pedagógico

Em louvor de Orlando Worm por Luís Miguel Cintra

Morreu o Orlando Worm. Morre um amigo e gostava
que se soubesse que, se desaparece um grande desenhador
de luz, desaparece sobretudo o mestre e o companheiro de
todos os nossos técnicos de palco, o grande conhecedor na
nossa terra de tudo o que transforma um espaço numa sala
de espectáculos, o príncipe de todos os teatros e de todas as

artes do espectáculo em Portugal.

Sempre insistiu na ideia de que técnicos e artistas se deviam confundir e que em vez de se especializarem ou se dividirem em sectores, os técnicos de teatro deveriam interessar-se pelos projectos artísticos em que trabalham e deveriam ser técnicos de palco. Os electricistas, maquinistas, carpinteiros, e por aí fora, deveriam ser uma mesma profissão. Oxalá todos o tivessem entendido.

Foi a Fundação Gulbenkian a sua casa durante muitos anos, mas de cada vez que se criava novo espaço de espectáculos ou que era preciso um grande director técnico foi sempre a ele que toda a gente recorreu. Conheci-o no S. Carlos, no S. João, no CCB, na Expo 98 e conheci-o em cada pequenino espaço e a empurrar para a frente cada pequeno grupo de artistas em que ele reconhecia talento e vontade de fazer. Era músico (cantava música antiga), amigo próximo de músicos e cantores (perto esteve de Constança Capdeville e da criação musical contemporânea) e era na dança que se sentia melhor como desenhador de luz. E como todos os mestres o que lhe interessava sempre era o nascimento de novos projectos. Formar gente. Criar mais vida com a elegância e a discrição de quem só está a dar uma mão e com uma curiosidade dos outros que é a marca dos grandes senhores.

Também o Teatro da Cornucópia lhe fica a dever muito. Quando, saídos do Teatro Universitário fundámos a Companhia, e a Fundação nos apoiou, foi ele que nos conseguiu pôr na mão o material eléctrico de que precisávamos, e ao longo da nossa longa vida de companhia, de cada vez que foi preciso um conselho técnico mais complicado ou salvar alguma situação, sempre foi ao Orlando que recorremos e sempre o Orlando acabava por aparecer multiplicando o tempo dos seus mil afazeres e responsabilidades. Foi o Orlando quem pela primeira vez me apresentou o seu enteado Daniel Worm e pressentiu que nos viríamos a entender. ( E mais tarde o Ricardo Pais a cujo trabalho desde sempre o Orlando também ficará ligado.). E a mim ensinou-me a desenhar a luz. Até conhecer o Daniel e durante muitos anos fui eu quem desenhou a luz na Cornucópia. E o grande técnico que ele era o que me ensinou foi a olhar. Registo os grandes princípios que aprendi para quem quiser iluminar. Quanto menos projectores usares mais luz se vê. A luz não vem da fonte só vem da sua reflexão: atenção ao chão dos palcos. Não penses em pendurar projectores, pensa na luz que queres ver. A luz só se constrói com sombra. O ritmo da luz e o ritmo da acção cénica são indissociáveis. O contra-luz é a chave da criação de um espaço. Antes de pensares em filtros olha para a cor do cenário. Uma lâmpada muda de cor e mudas as cores conforme a sua intensidade.

Foi na iluminação de Pequenos Burgueses de Gorki, numa encenação do Jorge Silva Melo com cenários e figurinos meus em 1975, num tempo em que ainda na ficha técnica não escrevíamos quem desenhava a luz, que em duas ou três tardes aprendi, e assistindo ao seu trabalho no Ah Q em 76. Aprendi eu com o Jorge Silva Melo que vinha do cinema e também sabia muito bem de que luz gostava, e o Paulo Cintra que, no tempo em que não havia ainda informática e era à mão que se faziam as mudanças de luzes, acabou por tocar o órgão de luzes como quem faz música. E aprendeu a Cristina Reis a fazer cenários a pensar na luz. Foi o Orlando quem nos ensinou e depois disso decidiu nunca mais desenhar luzes para nós para que fôssemos nós a inventar. Hoje vejo que fizemos impossíveis, de facto. E ao Orlando o devemos.

Com a sua morte despedimo-nos de um artista, de um grande professor, de um ser humano raro, de um grande senhor. E de um amigo. Adeus, Orlando. Vais fazer muita falta. Mais do que sempre sonhaste.

in Público 05.08.2010 – Opinião

um pequeno ciclo quase a acabar…

Foi bom, enriquecedor, diferente, desafiante, mas está no seu término.

Não me encaixo no perfil desejado. Not enough technique.

Pena não poder fazer tempo parcial porque acho que até tenho jeito para dirigir algumas coisas, agora furos em paredes, electrónicas e electricidades complexas mais pichelaria à mistura, confesso que não sou grande executante. Nunca o pratiquei, também é verdade. E é bom que se diga que já coloco calhas de electricidade muito bem, além de fazer instalações eléctricas mais ou menos complexas…

Um outro projecto está para nascer. Meu e da Miriam. Pretendemos enveredar pelo domínio da arte-educação e acho que somos uma muito boa equipa, embora faça falta mais uma ou duas pessoas para assegurar a estabilidade da tripulação e respectiva embarcação. Pantufas – ensino e criação artística – 3ª versão do título da associação e ainda se esperam dicas e opiniões!

Tenho que ir pensar na vida.  Olhar para texto, semi-decorá-lo. Olhar para os classificados. Pensar nos documentos a redigir… actualizar o CV…

ai ai, vou para casa saber de novidades.

que tarde excelente.

bello!

Performas, ACTO

Neste momento que escrevo, estou sentado no escritório do “Estúdio Performas”, estrutura associativa que agrega o ACTO, o ProFormas e a I-Sensia.

Exerço funções de Direcção Técnica e de Manutenção. Em breve iniciarei igualmente actividades de Produção de Projectos.

Está a correr bem, outra realidade. As pessoas fazem MESMO as instituições.

Como os outros costumam dizer: Bem Haja! (sempre achei piada ao termo)

ivo.

contactos performas

http://dl.dropbox.com/u/1424664/voz_ivo.zip

prontíssimo...

um novo ano – alegria, felicidade e coisas feitas

se fizerem parte de sonhos, melhor ainda. Quero mais equilíbrio nestes próximos 300 e 60 e tal dias…

Cheers, hugs, beijos e apertões.
Para quem os receber.

*blink 😉

ivo.